
Formas de perseguição
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População cristã

Como é a perseguição aos cristãos em Burkina Faso?
O Burkina Faso tem vivido um colapso generalizado da autoridade estatal. Esta insegurança permitiu que extremistas islâmicos dominassem áreas do país e cometessem atos de violência livremente. Estes grupos chegam a governar como uma espécie de “quase-governo”, com pouca ou nenhuma oposição. Líderes religiosos extremistas incentivam as comunidades a serem hostis para com os cristãos.
Por causa disso, igrejas foram forçadas a encerrar e muitas foram incendiadas; casas e negócios cristãos foram destruídos e saqueados. Comunidades cristãs enfrentam ameaças, ataques violentos e deslocamento das suas casas. Qualquer pessoa que abandone o Islão para seguir Jesus é especialmente vulnerável a ameaças e violência.
“Não conseguia orar, porque quando orava, chorava. Mas quando chorava, orava com lágrimas.”
Pastor João, que recebeu cuidados para lidar com trauma através dos parceiros locais da Portas Abertas. Extremistas islâmicos atacaram a sua aldeia e mataram 113 pessoas, incluindo o seu filho, mas ele continua a servir no ministério.
Como são perseguidas as mulheres em Burkina Faso?
Mulheres e meninas cristãs são especialmente vulneráveis a raptos, violações, casamentos forçados e pressão para se converterem ao Islão. Em áreas controladas por grupos extremistas, quase não existe proteção governamental, deixando-as expostas à violência sexual.
Filhas de líderes cristãos que se converteram do Islão são particularmente visadas. Convertidas podem enfrentar prisão domiciliária e casamento forçado.
Como são perseguidos os homens em Burkina Faso?
Homens e meninos correm risco de raptos e ataques violentos, muitas vezes fatais, por parte de grupos extremistas. O assassinato ou rapto de homens desestabiliza igrejas e famílias, pois são geralmente os principais provedores. Pastores do sexo masculino estão especialmente em risco de serem mortos, e rapazes jovens podem ser recrutados à força para grupos armados.
O que faz a Portas Abertas para ajudar os cristãos em Burkina Faso?
A Portas Abertas serve a Igreja no Burkina Faso através de formação sobre perseguição, ajuda humanitária, cuidado espiritual e apoio para lidar com trauma. Tudo isto com a visão de ver a Igreja responder biblicamente à perseguição, fortalecendo espiritualmente os seus membros e cuidando dos mais afetados.
Como posso ajudar os cristãos perseguidos em Burkina Faso?
Para além de orar por eles, pode também ajudar de forma prática, contribuindo com um donativo para o projeto da Portas Abertas, que apoia cristãos perseguidos que enfrentam maiores necessidades.
Quem persegue os cristãos em Burkina Faso?
Os tipos de perseguição incluem: pressão islâmica, corrupção e crime organizado, ditadura paranoica e opressão do clã.
As fontes de perseguição são variadas: grupos extremistas, vizinhos hostis, familiares, líderes religiosos muçulmanos, chefes de clãs, redes criminosas e até autoridades governamentais.

Pedidos de oração de Burkina Faso
- Desde o golpe militar de 2022, o Burkina Faso é governado por um regime militar. As promessas de retorno ao governo civil ainda não se concretizaram. Ore por estabilidade e para que as autoridades cuidem do povo.
- Militantes islâmicos continuam a realizar ataques periódicos. Ore para que estes extremistas encontrem a verdade em Jesus e abandonem os seus objetivos violentos.
- Peça a Deus que conforte os cristãos deslocados ou que perderam entes queridos na violência. Ore para que experimentem a verdadeira paz de Cristo.
- Interceda pelos parceiros da Portas Abertas enquanto cuidam dos crentes deslocados. Ore para que Deus abençoe estes esforços e acenda um fogo do evangelho que se espalhe pelo Burkina Faso.
“Senhor, pedimos que tragas a Tua paz, sabedoria e força ao Teu povo no Burkina Faso. Tantos enfrentam situações difíceis: perderam casas, comunidades e até familiares. Pedimos que os protejas, supras as suas necessidades e que sintam e saibam que são apoiados pela família da Igreja em todo o mundo. Agradecemos pela sua disposição em servir-Te e edificar o Teu Reino, mesmo diante de tanta hostilidade. Amém.”






